Considere o seguinte: No século 20, a esperança média de vida aumentou 30 anos. O maior ganho em anos da história humana. E esta: centenários pessoas que chegam aos tres digitos - já não são um clube tão exclusivo, aumentando 51% em número entre 1990 e 2000. Como se explicam estes saltos ? Avanços na saúde, educação e prevenção de doenças e tratamentos são importantes, e isso faz sentido. Mas o que talvez você não saiba é que aparentemente hábitos quotidianos sem importância, ou as circunstâncias em seu passado, podem influenciar quanto tempo e quão bem você vai viver. E tem algumas coisa que você pode fazer para melhorar sua vida e prolonga-la:
*Fazer alguns exercícios físicos.
*Não beber refrigerante
*Ter uma alimentação saudável.
E varias outras coisas.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Preconceito Racial no Esporte
O preconceito, como o própio dicionário traz, é uma opinião formada sem fundamento justo ou conhecimento suficiente, e existe de diferentes tipos. Nesta postagem, o preconteito tratado é o racial, e ele é, infelizmente, usado no esporte.
Por isso, a seguir tem um link, muito interessante, que resume, basicamente, esse problema existente no esporte, e que precisa acabar.Confiram!
Espero que gostem, comentem!
Escrito por Nathália R. Peresterça-feira, 3 de maio de 2011
Mulheres no esporte
O início de práticas esportivas entre mulheres começou com muitas dificuldades, porém algumas permanecem até os dias atuais. As mulheres sempre tiveram dificuldades em se impor quando o assunto trata de igualdade entre os gêneros, pois historicamente foram vistas como um ser frágil e dependente, com poucas oportunidades para provar o contrário.
Assim como em outros esportes o boxe práticado por mulheres era (e é ) ainda alvo de preconceito, tanto por treinadores até por outras mulheres que acham o esporte masculino. Com o tempo isso foi mudando, mas o preconceito ainda existe.Em uma reportagem de 19 de março de 2005 da Terra.com.br podemos ver isso claramente:
"Meninas de ouro encaram o preconceito pelo boxe"
Principal destaque na premiação do Oscar deste ano(2005)(, o filme Menina de ouro conta o drama de uma mulher de 30 anos que decide seguir a carreira de boxeadora. Longe dos holofotes de Hollywood e mesmo do profissionalismo do esporte norte-americano, as lutadoras brasileiras encaram dificuldades parecidas com as da personagem Maggie Fitzgerald.
Além da falta de patrocínio, as meninas de ouro do Brasil precisam brigar principalmente com o preconceito, que ainda atinge o esporte com jabs e diretos certeiros.
"Ainda existe muito preconceito. Tem muito homem que não aceita. As pessoas ficam meio com medo", conta ao Terra Esportes a campeã brasileira da categoria até 70 kg, Andréia de Oliveira Bandeira.
Aos 18 anos, ela divide o tempo entre os estudos do ensino médio e os treinamentos, que começaram em 2003, como uma forma de defesa pessoal. Em casa, no entanto, o apoio à escolha não foi total. "Meu pai não aceita muito, mas minha mãe me apóia bastante, vai sempre nas minhas lutas."
Para as lutadoras, no entanto, o boxe pode se tornar uma forma de sobrevivência. O Comitê Olímpico Brasileiro repassa uma verba para as campeãs, vices e terceiras colocadas de cada categoria. O valor é R$ 750.
Este reconhecimento oficial, no entanto, não é suficiente para que as meninas e os treinadores sejam bem vistos por parte da comunidade do próprio boxe.
"O preconceito é muito forte e o mais forte está dentro do próprio esporte. Eu, por exemplo, sou considerado um técnico de segundo nível porque trabalho com mulheres", revela o treinador Marcos Mendes, um dos pioneiros do boxe feminino no País.
Ele conta que teve a idéia de trazer a modalidade para o Brasil após assistir a uma luta entre mulheres, na preliminar do combate entre o norte-americano Mike Tyson e o inglês Frank Bruno.
"Foi a melhor luta da programação", lembra Mendes, fã de Bernardinho (vôlei) e Renê Simões (futebol), técnicos que já se consagraram trabalhando com mulheres.
Segundo Mendes, o boxe olímpico é o ideal para as mulheres por valorizar a velocidade e a coordenação em detrimento da força. "As mulheres têm muito mais coordenação que nós, homens. Elas estão bem à frente e se dedicam muito mais."
O Oscar também ajuda no crescimento do esporte, apesar de Mendes apontar que Menina de ouro mostra muitas cenas que não coincidem com a realidade.
"Ainda existe muito preconceito. Tem muito homem que não aceita. As pessoas ficam meio com medo", conta ao Terra Esportes a campeã brasileira da categoria até 70 kg, Andréia de Oliveira Bandeira.
Aos 18 anos, ela divide o tempo entre os estudos do ensino médio e os treinamentos, que começaram em 2003, como uma forma de defesa pessoal. Em casa, no entanto, o apoio à escolha não foi total. "Meu pai não aceita muito, mas minha mãe me apóia bastante, vai sempre nas minhas lutas."
Para as lutadoras, no entanto, o boxe pode se tornar uma forma de sobrevivência. O Comitê Olímpico Brasileiro repassa uma verba para as campeãs, vices e terceiras colocadas de cada categoria. O valor é R$ 750.
Este reconhecimento oficial, no entanto, não é suficiente para que as meninas e os treinadores sejam bem vistos por parte da comunidade do próprio boxe.
"O preconceito é muito forte e o mais forte está dentro do próprio esporte. Eu, por exemplo, sou considerado um técnico de segundo nível porque trabalho com mulheres", revela o treinador Marcos Mendes, um dos pioneiros do boxe feminino no País.
Ele conta que teve a idéia de trazer a modalidade para o Brasil após assistir a uma luta entre mulheres, na preliminar do combate entre o norte-americano Mike Tyson e o inglês Frank Bruno.
"Foi a melhor luta da programação", lembra Mendes, fã de Bernardinho (vôlei) e Renê Simões (futebol), técnicos que já se consagraram trabalhando com mulheres.
Segundo Mendes, o boxe olímpico é o ideal para as mulheres por valorizar a velocidade e a coordenação em detrimento da força. "As mulheres têm muito mais coordenação que nós, homens. Elas estão bem à frente e se dedicam muito mais."
O Oscar também ajuda no crescimento do esporte, apesar de Mendes apontar que Menina de ouro mostra muitas cenas que não coincidem com a realidade.
"Eu vi o filme três vezes e me emocionei nas três. Tem muita coisa de cinema, muita licença poética. Mas, também tem muita coisa que se identifica. Aquela coisa de a moça querer lutar logo é igual o que eu vejo nas minhas meninas", completa."- Terra.com.br.
Como vimos na reportagem existem muitas dificuldades para as "Meninas de ouro" do Brasil e de outros países, mas isso não impedem de fazerem o que gostam, lutar.
A seguir um documentário dividido em duas partes que mostra a vida das mulheres no boxe:
parte 1
parte 2
fonte: videos - youtube
terra.com.br
aluno:Lucas rodrigues teixeira
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